Eu Sou Livre - Lugar Secreto - Letra e música: Pastor Vinicius de Moraes
https://www.youtube.com/watch?v=G-17p16HVm0
domingo, 15 de novembro de 2015
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
Homem chora? E pastor, chora?
Em meus 25 anos de ministério não foram poucas as vezes em que derramei lágrimas. Para alguns, esta é uma confissão de fraqueza. Mas, se isso é verdade, agravo minha confissão dizendo que, nos últimos anos, chorei bem mais do que nos primeiros. Alguém poderia pensar que quanto mais experientes nos tornamos, menos propensos a estas "fraquezas" ficamos. No entanto, não é assim que tem acontecido em minha vida e ministério.
Talvez isso seja devido ao fato de que, nos primeiros anos de ministério, tinha uma visão superestimada de minhas potencialidades e conhecia bem pouco as minhas limitações. Na medida em que o tempo passa, tornamo-nos mais conscientes de que nossas potencialidades não são tão grandes quanto imaginávamos e descobrimos que nossas limitações são muito mais presentes em nossas vidas do que um dia consideramos.
Soma-se a isso o fato de que, quando mais jovem, era movido por sonhos e pela esperança de ver transformação efetiva nas pessoas, nos relacionamentos e nas instituições. No entanto, à medida em que o tempo passa, entramos em contato com uma realidade bem mais complexa do que um dia sonhamos. Essa realidade conduz alguns a uma atitude de rendição e conivência, uns a um sentimento de amargura, e outros às lágrimas da inconformidade.
Mas, diante da constatação de que as lágrimas têm estado cada vez mais presentes em minha experiência, resolvi fazer um balanço para verificar quais são as situações em que, mais constantemente, as lágrimas surgiram.
Talvez isso seja devido ao fato de que, nos primeiros anos de ministério, tinha uma visão superestimada de minhas potencialidades e conhecia bem pouco as minhas limitações. Na medida em que o tempo passa, tornamo-nos mais conscientes de que nossas potencialidades não são tão grandes quanto imaginávamos e descobrimos que nossas limitações são muito mais presentes em nossas vidas do que um dia consideramos.
Soma-se a isso o fato de que, quando mais jovem, era movido por sonhos e pela esperança de ver transformação efetiva nas pessoas, nos relacionamentos e nas instituições. No entanto, à medida em que o tempo passa, entramos em contato com uma realidade bem mais complexa do que um dia sonhamos. Essa realidade conduz alguns a uma atitude de rendição e conivência, uns a um sentimento de amargura, e outros às lágrimas da inconformidade.
Mas, diante da constatação de que as lágrimas têm estado cada vez mais presentes em minha experiência, resolvi fazer um balanço para verificar quais são as situações em que, mais constantemente, as lágrimas surgiram.
Em primeiro lugar, disparado, se encontram as situações em que me deparei com minhas próprias limitações como filho, irmão, marido, pai, amigo e, principalmente, pastor. Não se trata de reconhecimento de erros, mas sim de limitações e impotências. São situações que em concluí que não tenho como corresponder as expectativa daqueles que me cercam, pois não tenho para oferecer o que esperam de mim.
Em segundo lugar, estão as circunstâncias em que topei com a ingratidão. Não estou falando de qualquer tipo de ingratidão: tenho em mente aquela gerada em relacionamentos pastorais nos quais depositei em conta tempo e esforço para ajudar, apoiar, restaurar e reconduzir. No entanto, no momento em que necessitei sacar um pouco de compreensão e amizade, descobri que não tinha qualquer saldo.
Em terceiro lugar, estão as situações em que me senti só. Por mais que existam teorias e discursos que tentem nos convencer de que precisamos ter amigos ao longo da caminhada para compartilharmos nossas dores e frustrações, é inevitável que tenhamos que passar por momentos em que nos deparamos com a solidão. Isso porque ninguém efetivamente conhece o peso e a responsabilidade de nossa própria vocação.
Mas se estes são os três momentos em que as lágrimas surgem em meus olhos mais constantemente, como lido com eles e experimento algum tipo de encorajamento?
As lágrimas geradas pela consciência de minhas próprias limitações tem me levado à conclusão de que eu preciso de um redentor. Não são apenas as pessoas que me escutam domingo após domingo que precisam de um salvador. Eu também preciso! Se alguma coisa boa vai ser gerada a partir da minha vida é porque alguém me resgatou de minhas próprias limitações e me capacitou de forma extraordinária.
As lágrimas geradas pela ingratidão tem-me levado a relembrar minha motivação primária ao envolver-me em uma relação pastoral. As palavras de Jesus para Pedro em João 21 foram: "Tu me amas? Então pastoreia minhas ovelhas". Logo, preciso lembrar meu próprio coração que meu envolvimento pastoral tem mais a ver com minha relação de amor com Jesus do que com a expectativa de reconhecimento das pessoas.
Por fim, as lágrimas derramadas pela solidão tem-me ensinado a conhecer a solitude. Enquanto a solidão é um ambiente danoso para nossas vidas, ele pode nos propiciar a rica experiência da solitude, na qual buscamos a Deus como a fonte primária de nossas forças e de quem ouvimos a voz que nos reorienta e nos restaura. Acima de tudo, se o bom e supremo pastor, enquanto homem, chorou, porque eu, que nem sou bom, não deveria me dar o direito de chorar?
Rev. Ricardo Agreste
sábado, 24 de outubro de 2015
"ESPÍRITO DE JEZABEL" NA VIDA FAMILIAR.
A esposa domina, controla e desrespeita o marido com palavras duras e de humilhação. Ela vai se tornando mais agressiva e ele mais retraído. A intimidade sexual vai diminuindo e ela começa preocupar apenas com suas necessidades. Ela gradualmente começa a buscar satisfação em outros meios. Ele desinteressado e desmoralizado, movido pela raiva e frustração pode se tornar um "amante da internet" e ser atraído para a pornografia e sexo virtual.
Se ele for um homem com temor a Deus pode evitar o adultério, mas cair na depressão. O espírito de Jezabel controla o leito conjugal. A mulher manipula o marido concede sexo se ele faz o que ela deseja, se ele não alcança o que ela quer ela suspende a intimidade sexual.
Muitas vezes o espírito de Jezabel opera para destruir o sacerdócio, a auto-imagem, a alegria e o ministério do marido. Mulheres de temperamento forte regra geral são casadas com mais de temperamento mais tranquilo. E estas podem destruir seu próprio lar, pois destrói ou tenta destruir a imagem de Deus em seu marido.
Devemos orar por lares assim. Para que tenham consciência e quebrantamento. É preciso perceber que não é só temperamento. É ação do mal contra a família.
Devemos nos dispor a ajudar lares assim (só conseguimos ajuda eficaz quando os que assim estão pedem ajuda).
Caso você tenha discernido algo do "espírito de Jezabel" em seu lar, procure ajuda urgente. Quando o espírito de Jezabel domina, as portas estão abertas para opressão maligna no casal.
Com temor e orações
Pastor Jeremias Pereira.
Se ele for um homem com temor a Deus pode evitar o adultério, mas cair na depressão. O espírito de Jezabel controla o leito conjugal. A mulher manipula o marido concede sexo se ele faz o que ela deseja, se ele não alcança o que ela quer ela suspende a intimidade sexual.
Muitas vezes o espírito de Jezabel opera para destruir o sacerdócio, a auto-imagem, a alegria e o ministério do marido. Mulheres de temperamento forte regra geral são casadas com mais de temperamento mais tranquilo. E estas podem destruir seu próprio lar, pois destrói ou tenta destruir a imagem de Deus em seu marido.
Devemos orar por lares assim. Para que tenham consciência e quebrantamento. É preciso perceber que não é só temperamento. É ação do mal contra a família.
Devemos nos dispor a ajudar lares assim (só conseguimos ajuda eficaz quando os que assim estão pedem ajuda).
Caso você tenha discernido algo do "espírito de Jezabel" em seu lar, procure ajuda urgente. Quando o espírito de Jezabel domina, as portas estão abertas para opressão maligna no casal.
Com temor e orações
Pastor Jeremias Pereira.
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
A sombra da morte!
O célebre pregador Donald Gray Barnhouse enquanto levava os seus filhos ao funeral de sua esposa, parou no cruzamento do trânsito. À frente deles, havia um gigantesco caminhão. O sol incidia seus raios num ângulo tal que projetava transversalmente a sombra do caminhão no campo coberto de neve ao seu lado.
O Dr. Barnhouse apontou para a sombra e disse aos filhos: “Observem a sombra do caminhão sobre o campo. Se vocês tivessem que ultrapassar, ultrapassariam o caminhão ou sua sombra”.
O filho mais novo respondeu primeiro: “A sombra. Ela não pode ferir ninguém”. “Está certo”, declarou Barnhouse. Mas lembrem-se, crianças, Jesus permitiu que o caminhão da morte o atropelasse, de tal modo que ela jamais pudesse nos destruir. Agora, mamãe mora com Jesus. A sombra da morte apenas passou sobre ela”.
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
Smith Wigglesworth
Smith Wigglesworth (1859-1947), um inglês, nasceu em uma família pobre. Sua esposa, Polly, o ensinou a ler depois de casados em 1882, e ele nunca leu outro livro senão a Bíblia. Assim como no caso de outras pessoas que experimentaram milagres de cura, uma cura pessoal (peritonites) voltou a sua atenção à cura divina. Até que recebeu o batismo com o Espírito Santo, em 1907, ele tinha um negócio secular e ajudava sua esposa em uma missão. Ela era uma pregadora, e estava constantemente dando testemunho a outras pessoas, ganhando almas para o reino.
Anos depois, se tornou um homem de tal magnitude, que o evangelista de cura Oral Roberts, disse uma vez diante de outros companheiros evangelistas, “devemos a este homem uma dívida impossível de calcular.”
Durante seus cultos, Polly Wigglesworth pedia seu esposo para pregar, mas ele se desconcertava e desconcertava também aos que assistiam por seu medo de falar. Uma vez, os homens da congregação sentiram de impor as mãos sobre ele e orar. Apesar de seus melhores esforços e dos esforços que outros faziam, continuou sendo um fracassado orador. Finalmente, declarou que nunca falaria em público outra vez.
Entretanto, quando recebeu o batismo no Espírito Santo, sua vida foi transformada. Naquela época, sua esposa não cria no falar em línguas, e ela o desafiou a pregar no domingo seguinte, conhecendo a sua falta de habilidade lingüística. A unção caiu e ele falou com grande clareza e coragem. Polly estava tão surpreendida, que repetia gritando: “Esse não é o meu Smith… O que aconteceu com esse homem?” Rapidamente um simples trabalhador sem instrução foi transformado em um pregador de fé impressionante.
Wigglesworth entendia que a enfermidade e as doenças eram do diabo, de modo que foi conhecido pela maneira com que tratava as pessoas enfermas, em demonstrações físicas surpreendentes e emocionantes.
O evangelista Lester Sumrall lembra a primeira vez que foi testemunha de Smith Wigglesworth em ação. “Certa vez (Wigglesworth) conduzia um culto de cura na Califórnia, quando lhe trouxeram um homem com câncer, em estado terminal. Ele estava tão perto da morte que o médico que o ajudava foi com ele para monitorar seus sinais vitais. Wigglesworth, com sua natureza rude, disse ao médico: “Que está acontecendo?”O doutor lhe respondeu: “Ele está morrendo de câncer.” Sem dar tempo de nada, Smith bateu no estômago do homem com tal força que ele desmaiou. O médico rapidamente o atendeu e gritou: “Ele está morto! Você o matou! A família exigirá explicações!” Smith Wigglesworth não se moveu. Ele simplesmente respondeu: “Ele está curado.” E sem preocupar-se, seguiu orando por outras pessoas no culto. Dez minutos mais tarde, o homem – com sua roupa de hospital – chegou pelo corredor, procurando a Wigglesworth, totalmente curado. Isto não impressionou nem um pouco a Smith Wigglesworth, pois era o que ele esperava. E continuou orando pelos outros que necessitavam.”
Em outra ocasião, no Colégio Sião, uma mulher paralítica, frágil, chegou para que orassem por ela. Smith Wigglesworth orou quase com impaciência. Como era habitual, imediatamente, ordenou que caminhasse. Ela, duvidando, começou a olhar ao redor. Sem nenhum tipo de aviso, Wigglesworth foi por detrás dela e a empurrou.
Quando ela, tropeçando, começou a correr, ele a seguia pelo corredor gritando: “Corra, senhora, corra!” Ela correu bastante para sair do alcance dele. Eventualmente, conseguiu alcançar a saída e correu pelas ruas, aparentemente tão assustada quanto curada. Quando o evangelista começou a orar pela próxima pessoa, o homem mudou rapidamente o seu pedido – de uma úlcera no estômago para uma suave dor de cabeça.
Albert Hibbert, o amigo mais próximo de Smith Wigglesworth, cita o evangelista dizendo: “Eu não maltrato as pessoas, eu maltrato o diabo. E se as pessoas se põem no caminho, não posso fazer nada… Não se pode tratar gentilmente com o diabo, nem dar a ele conforto; porque ele gosta muito da comodidade.”
Smith Wigglesworth também passou por tempos de sofrimento: perdeu sua amada esposa seis anos depois de sua transformação em um grande homem de fé, com uma unção especial. Em 1913, sua esposa Polly morreu sem nenhuma razão aparente, quando estava a caminho de uma reunião em que ela iria pregar.
Quando voltou a sua casa, Wigglesworth foi ao quarto onde se encontrava, na cama, o corpo de sua esposa morta. Ele repreendeu o espírito de morte, e ordenou à vida, que regressasse.
Polly abriu os seus olhos e disse: “Por que você fez isso, Smith?” Ela não desejava voltar à terra. E depois de uma conversa carinhosa, ele a deixou ir para o céu.
Catorze pessoas foram documentadas como ressuscitadas, voltando à vida de entre os mortos, através do ministério de Wigglesworth. Ainda que, de forma não oficial, esse registro poderia chegar a vinte e três pessoas. Não existia nada tão grande para a sua fé. Desde dores de cabeça a cânceres, era tudo o mesmo para ele. Há algo demasiadamente difícil para Deus?
O ministério desse grande homem de Deus, influenciou a muitos homens e mulheres que tiveram suas vidas transformadas pela palavra da fé, a exemplo de: Kathrin Kulman Ministries, Benny Hinn Ministries, Kenneth Hagin Ministries, Kenneth Copeland Ministries,Bud Wright(Verbo da Vida Ministries).
Anos depois, se tornou um homem de tal magnitude, que o evangelista de cura Oral Roberts, disse uma vez diante de outros companheiros evangelistas, “devemos a este homem uma dívida impossível de calcular.”
Durante seus cultos, Polly Wigglesworth pedia seu esposo para pregar, mas ele se desconcertava e desconcertava também aos que assistiam por seu medo de falar. Uma vez, os homens da congregação sentiram de impor as mãos sobre ele e orar. Apesar de seus melhores esforços e dos esforços que outros faziam, continuou sendo um fracassado orador. Finalmente, declarou que nunca falaria em público outra vez.
Entretanto, quando recebeu o batismo no Espírito Santo, sua vida foi transformada. Naquela época, sua esposa não cria no falar em línguas, e ela o desafiou a pregar no domingo seguinte, conhecendo a sua falta de habilidade lingüística. A unção caiu e ele falou com grande clareza e coragem. Polly estava tão surpreendida, que repetia gritando: “Esse não é o meu Smith… O que aconteceu com esse homem?” Rapidamente um simples trabalhador sem instrução foi transformado em um pregador de fé impressionante.
Wigglesworth entendia que a enfermidade e as doenças eram do diabo, de modo que foi conhecido pela maneira com que tratava as pessoas enfermas, em demonstrações físicas surpreendentes e emocionantes.
O evangelista Lester Sumrall lembra a primeira vez que foi testemunha de Smith Wigglesworth em ação. “Certa vez (Wigglesworth) conduzia um culto de cura na Califórnia, quando lhe trouxeram um homem com câncer, em estado terminal. Ele estava tão perto da morte que o médico que o ajudava foi com ele para monitorar seus sinais vitais. Wigglesworth, com sua natureza rude, disse ao médico: “Que está acontecendo?”O doutor lhe respondeu: “Ele está morrendo de câncer.” Sem dar tempo de nada, Smith bateu no estômago do homem com tal força que ele desmaiou. O médico rapidamente o atendeu e gritou: “Ele está morto! Você o matou! A família exigirá explicações!” Smith Wigglesworth não se moveu. Ele simplesmente respondeu: “Ele está curado.” E sem preocupar-se, seguiu orando por outras pessoas no culto. Dez minutos mais tarde, o homem – com sua roupa de hospital – chegou pelo corredor, procurando a Wigglesworth, totalmente curado. Isto não impressionou nem um pouco a Smith Wigglesworth, pois era o que ele esperava. E continuou orando pelos outros que necessitavam.”
Em outra ocasião, no Colégio Sião, uma mulher paralítica, frágil, chegou para que orassem por ela. Smith Wigglesworth orou quase com impaciência. Como era habitual, imediatamente, ordenou que caminhasse. Ela, duvidando, começou a olhar ao redor. Sem nenhum tipo de aviso, Wigglesworth foi por detrás dela e a empurrou.
Quando ela, tropeçando, começou a correr, ele a seguia pelo corredor gritando: “Corra, senhora, corra!” Ela correu bastante para sair do alcance dele. Eventualmente, conseguiu alcançar a saída e correu pelas ruas, aparentemente tão assustada quanto curada. Quando o evangelista começou a orar pela próxima pessoa, o homem mudou rapidamente o seu pedido – de uma úlcera no estômago para uma suave dor de cabeça.
Albert Hibbert, o amigo mais próximo de Smith Wigglesworth, cita o evangelista dizendo: “Eu não maltrato as pessoas, eu maltrato o diabo. E se as pessoas se põem no caminho, não posso fazer nada… Não se pode tratar gentilmente com o diabo, nem dar a ele conforto; porque ele gosta muito da comodidade.”
Smith Wigglesworth também passou por tempos de sofrimento: perdeu sua amada esposa seis anos depois de sua transformação em um grande homem de fé, com uma unção especial. Em 1913, sua esposa Polly morreu sem nenhuma razão aparente, quando estava a caminho de uma reunião em que ela iria pregar.
Quando voltou a sua casa, Wigglesworth foi ao quarto onde se encontrava, na cama, o corpo de sua esposa morta. Ele repreendeu o espírito de morte, e ordenou à vida, que regressasse.
Polly abriu os seus olhos e disse: “Por que você fez isso, Smith?” Ela não desejava voltar à terra. E depois de uma conversa carinhosa, ele a deixou ir para o céu.
Catorze pessoas foram documentadas como ressuscitadas, voltando à vida de entre os mortos, através do ministério de Wigglesworth. Ainda que, de forma não oficial, esse registro poderia chegar a vinte e três pessoas. Não existia nada tão grande para a sua fé. Desde dores de cabeça a cânceres, era tudo o mesmo para ele. Há algo demasiadamente difícil para Deus?
O ministério desse grande homem de Deus, influenciou a muitos homens e mulheres que tiveram suas vidas transformadas pela palavra da fé, a exemplo de: Kathrin Kulman Ministries, Benny Hinn Ministries, Kenneth Hagin Ministries, Kenneth Copeland Ministries,Bud Wright(Verbo da Vida Ministries).
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Um ataque poderoso contra a família.
O livro de Jó retrata com cores fortes o ataque implacável de Satanás a Jó e sua família. Satanás acusou Deus de receber adoração apenas porque compra as pessoas com bênçãos. Por outro lado, acusou Jó de amar mais o dinheiro, a família e a si mesmo do que a Deus. Deus, então, permite Satanás tocar em Jó, sem contudo, tirar-lhe a vida. Satanás não é livre para ir além do limite que Deus lhe impõe. Cinco áreas foram atacadas na vida de Jó:
1) Seus bens
2) Seus filhos
3) Sua saúde
4) Seu casamento
5) Suas amizades
Deus restaurou a sorte de Jó e ele saiu dessa experiência mais perto de Deus e mais fortalecido na fé. Deus permitiu essa situação para que você e eu fôssemos encorajados a entender que Deus é soberano e está no controle de todas as coisas e é poderoso para restaurar nossa sorte, mesmo diante dos mais terríveis ataques do inimigo.
1) Seus bens
2) Seus filhos
3) Sua saúde
4) Seu casamento
5) Suas amizades
Deus restaurou a sorte de Jó e ele saiu dessa experiência mais perto de Deus e mais fortalecido na fé. Deus permitiu essa situação para que você e eu fôssemos encorajados a entender que Deus é soberano e está no controle de todas as coisas e é poderoso para restaurar nossa sorte, mesmo diante dos mais terríveis ataques do inimigo.
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