Certa vez, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse :
"Isto é pra você, paizinho !".
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou, dizendo :
"Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa ?
A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse :
"Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai."
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos daqueles que nos amam...
domingo, 25 de dezembro de 2016
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
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sábado, 22 de outubro de 2016
Fanny Crosby
Creio que a maior bênção que o Criador me proporcionou foi quando permitiu que a minha visão externa fosse fechada. Consagrou-me para a obra para a qual me fez. Nunca conheci o que é enxergar, e por isso não posso compreender a minha perda. Mas tive sonhos maravilhosos. Tenho visto os mais lindos olhos, os mais belos rostos e as paisagens mais singulares. A perda da minha visão não foi perda nenhuma para mim.
Biografia de Fanny Crosby
Biografia de Fanny Crosby
quarta-feira, 8 de junho de 2016
O mais fascinante projeto de vida!
Por que estudamos? Porque temos um projeto, e acreditamos que o estudo nos ajudará a realizá-lo. Escola, faculdade…
O texto bíblico nos conta uma história: “Quatro homens e um projeto”. Pedro, André, Tiago e João tinham um propósito: serem pescadores. Era um bom projeto, porque: a) eles viviam na região da Galileia, e ali a pesca era uma das poucas atividades econômicas viáveis; b) eles eram filhos de pescadores, e herdaram uma “empresa familiar”; c) eles tinham o que era preciso para implementar seu projeto: barcos e redes. Aquilo parecia ser o máximo…
A escola deles foi o mar. Aprenderam vendo e ouvindo. Especialistas: cor da água, formato das nuvens. Ainda assim, enfrentavam dificuldades: pescarias malsucedidas e tempestades repentinas. Aparecem no texto como mestres em seu ofício: lançando e consertando redes. Você saberia? Eles eram bons no que faziam… mas aquilo parecia ser o máximo.
Quando tudo o que temos são nossos próprios projetos, a vida fica muito pequena. Mesmo quando os alcançamos, não vivemos em plenitude.
Um dia, tudo mudou. Um homem apareceu na praia. Ele era diferente de todos. Algo atraente. Olhar de amor e autoridade. Voz que tocava no íntimo. Os pescadores já o tinham visto algumas vezes. Diziam que era um mestre, e que seu nome era Jesus de Nazaré. Para sua surpresa, dirigiu-se a eles. Fez-lhes um chamado: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens”. Apresentou-lhes um novo projeto de vida.
O convite pode ter surpreendido a eles, e a resposta deles pode surpreender a nós. Pedro e André deixaram imediatamente as redes, e Tiago e João deixaram imediatamente o barco e seu pai. Os quatro atenderam ao chamado. De alguma forma, sentiram que seguir Jesus era um projeto melhor: o mais fascinante projeto de vida.
Existe algo dentro do ser humano que o faz reconhecer a verdade quando a vê. “Era isso que eu estava procurando!”. Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Ecl. 3.11).
Podemos imaginar o custo da decisão. Mas eles logo começaram a viver dentro do projeto de Jesus. Atividades diferentes: ensinar, pregar, curar, libertar. Fama e multidões. Novas aulas! Mas o melhor de tudo era estar junto com Jesus. Descobriram que era mais que um Mestre: o Cristo de Deus!
Os quatro acompanharam Jesus por três anos. Sofreram com sua morte, alegraram-se com sua ressurreição. Continuaram a fazer o que haviam aprendido com ele. E continuaram a contar com sua presença, pois havia prometido: “Eis que estou convosco todos os dias” (Mt.28.20). Ainda hoje, falamos sobre eles, e seu legado pode ser visto em toda parte.
Descobrimos que seguir Jesus é o mais fascinante projeto de vida!
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Pra que rumo estamos indo?
Em um de meus momentos não muito inteligentes, participei de uma corrida que começava com uma prova de natação, de quase dois quilômetros, no mar. Seiscentos de nós se juntaram na praia ao nascer do sol, alguns esperavam ganhar uma medalha. Eu esperava acabar antes do jantar.
Seis boias alaranjadas marcavam nosso caminho. Meus companheiros de corrida me disseram o segredo para ficar no caminho certo: a cada quatro ou cinco braçadas, levante a cabeça para fora da água e tome o rumo certo. A última coisa que você quer fazer é sair do caminho certo e ter de nadar uma distância a mais para voltar. Parecia simples. Eu já tinha praticado a técnica do “levantar e olhar” à exaustão na piscina. Mas não no mar agitado pelo vento.
E já mencionei o vento? Todos nós engolimos em seco ao vermos a bandeira lá em cima toda esticada, e os ventos soprando mais fortes. Rajadas de vento faziam com que o mar da baía se parecesse com uma cordilheira de águas salgadas. E o que era pior, o vento soprava para o sul. Nós nadaríamos para o norte. “Sem problemas”, eu disse a mim mesmo para me tranquilizar. “E só nadar de uma boia a outra.”
Depois de alguns minutos, a tática de nadar de “uma boia a outra” se transformou em: “Quero minha mãe!” Este peixinho aqui não tinha a menor chance. Cada vez que eu levantava e olhava, tudo o que eu via era a próxima onda. Foi um desastre. Até onde pude perceber, nadava em círculos.
Então, de repente, a ajuda veio nadando até mim. Uns seis competidores fizeram meu corpo de ponte. Primeiro, fiquei muito irritado. Depois, eu me toquei: eles sabem aonde estão indo, e fui atrás deles. Tão mais fácil. Sem procurar por marcadores nas ondas; só ficar com a turma. E foi o que eu fiz. Deslizamos pela baía com a confiança de um bando de golfinhos, conferindo o rumo dos companheiros a cada dez minutos, cada braçada nos levando mais próximos do fim. Mas minha mão bateu no bote de salvamento.
Parei e olhei para um dos juízes. Um a um, meus novos companheiros de corrida vieram e bateram em mim ou no barco. Engavetamento em pleno mar.
— Aonde vocês estão indo? — perguntou o cara na canoa. Pela primeira vez em algum tempo, olhei a minha volta. Estávamos pelo menos uns quinhentos metros fora do curso, bem no meio do caminho para chegar à China. Olhamos uns para os outros. Ninguém disse nada, mas eu sei que todos pensamos. Bem, sei o que pensei. Achei que vocês soubessem aonde estavam indo.
Éramos tantos nadadores que não podíamos estar todos errados, não é mesmo? Podíamos sim. Um pouco frustrados e bastante envergonhados, nós nos viramos na direção da praia e nos juntamos ao evento novamente. Não fui o último a sair da água.
Já teve dias assim? Dias em que você de repente percebe que está a quilômetros distante de seu caminho? Deus manda um bote de resgate em dias assim. Jesus, posicionado acima das ondas e desfrutando de uma visão privilegiada da praia, oferece-nos seus cuidados: “Quer uma ajuda para voltar ao caminho certo?”
Sábios são os que aceitam e nadam na direção que Ele aponta.
Autor desconhecido.
Seis boias alaranjadas marcavam nosso caminho. Meus companheiros de corrida me disseram o segredo para ficar no caminho certo: a cada quatro ou cinco braçadas, levante a cabeça para fora da água e tome o rumo certo. A última coisa que você quer fazer é sair do caminho certo e ter de nadar uma distância a mais para voltar. Parecia simples. Eu já tinha praticado a técnica do “levantar e olhar” à exaustão na piscina. Mas não no mar agitado pelo vento.
E já mencionei o vento? Todos nós engolimos em seco ao vermos a bandeira lá em cima toda esticada, e os ventos soprando mais fortes. Rajadas de vento faziam com que o mar da baía se parecesse com uma cordilheira de águas salgadas. E o que era pior, o vento soprava para o sul. Nós nadaríamos para o norte. “Sem problemas”, eu disse a mim mesmo para me tranquilizar. “E só nadar de uma boia a outra.”
Depois de alguns minutos, a tática de nadar de “uma boia a outra” se transformou em: “Quero minha mãe!” Este peixinho aqui não tinha a menor chance. Cada vez que eu levantava e olhava, tudo o que eu via era a próxima onda. Foi um desastre. Até onde pude perceber, nadava em círculos.
Então, de repente, a ajuda veio nadando até mim. Uns seis competidores fizeram meu corpo de ponte. Primeiro, fiquei muito irritado. Depois, eu me toquei: eles sabem aonde estão indo, e fui atrás deles. Tão mais fácil. Sem procurar por marcadores nas ondas; só ficar com a turma. E foi o que eu fiz. Deslizamos pela baía com a confiança de um bando de golfinhos, conferindo o rumo dos companheiros a cada dez minutos, cada braçada nos levando mais próximos do fim. Mas minha mão bateu no bote de salvamento.
Parei e olhei para um dos juízes. Um a um, meus novos companheiros de corrida vieram e bateram em mim ou no barco. Engavetamento em pleno mar.
— Aonde vocês estão indo? — perguntou o cara na canoa. Pela primeira vez em algum tempo, olhei a minha volta. Estávamos pelo menos uns quinhentos metros fora do curso, bem no meio do caminho para chegar à China. Olhamos uns para os outros. Ninguém disse nada, mas eu sei que todos pensamos. Bem, sei o que pensei. Achei que vocês soubessem aonde estavam indo.
Éramos tantos nadadores que não podíamos estar todos errados, não é mesmo? Podíamos sim. Um pouco frustrados e bastante envergonhados, nós nos viramos na direção da praia e nos juntamos ao evento novamente. Não fui o último a sair da água.
Já teve dias assim? Dias em que você de repente percebe que está a quilômetros distante de seu caminho? Deus manda um bote de resgate em dias assim. Jesus, posicionado acima das ondas e desfrutando de uma visão privilegiada da praia, oferece-nos seus cuidados: “Quer uma ajuda para voltar ao caminho certo?”
Sábios são os que aceitam e nadam na direção que Ele aponta.
Autor desconhecido.
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